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Histórico da Fundação do Instituto Adventista Brasil Central

 

Em 1927 a mensagem adventista chegou ao estado de Goiás. A igreja prosperou rapidamente. Com o crescimento, o avanço da obra educacional, e o grande contingente de jovens que tinham que se deslocarem para colégios adventistas em outros Estados, com distâncias mínimas de 800 km, e ainda as dificuldades de se conseguir uma vaga nestes internatos, o assunto da construção de um internato no Estado de Goiás passou a ser uma prioridade.

A partir de 1980, a liderança da Associação Brasil Central (ABC), com sede em Goiânia, decidiu intensificar a procura de uma área apropriada para a implantação do internato. Dezenas de propriedades foram analisadas, mas por muito tempo, tudo foi em vão.

No dia 03 de julho de 1981, o presidente da Igreja no Estado, o pastor Luiz Fuckner, e o pastor do distrito de Anápolis, Rafael Mário Ayupe, voltaram de uma visita a mais uma fazenda, nas proximidades da BR. 153, entre Anápolis e Jaraguá. Pararam num posto fiscal. Um senhor que ouvia a conversa entendeu que os pastores procuravam uma área para construir um colégio e disse que conhecia um corretor em Anápolis, que sabia de uma fazenda, que possivelmente serviria para o projeto. Os pastores pensaram que seria mais uma tentativa sem resultados.

Diante da insistência daquele senhor, os pastores Fuckner e Mário Ayupe, resolveram procurar em Anápolis, ainda naquela noite o corretor, e no dia seguinte, foram ao local, e foi amor a primeira vista. Souberam que o proprietário, Sr. Adair, que residia numa fazenda próxima, tinha ido de carro á Anápolis. Ao retornarem á Anápolis, viram no meio da poeira da estrada, um carro que devia ser do Sr. Adair. Após muita insistência, o motorista parou e era realmente o Sr. Adair. Ao ouvir dos pastores sobre o interesse na compra da fazenda Quilombo de Capivari, disse que a mesma fazenda estava praticamente vendida para a instalação de uma destilaria de álcool.

O Sr. Adair se interessou pelo projeto, e havia alguns entraves para o negócio em andamento. Então, uma comissão composta pelos pastores Fuckner, Pr. Célio Feitosa, do departamento de Educação da BC, Pr. Nevil Gorski, do departamento de Educação da Divisão Sul- Americana (DSA), Pr. Mário Ayupe, distrital de Anápolis, e o então diretor do Centro Educacional de Anápolis, prof. José Borges dos Santos, visitou a fazenda e decidiu marcar o dia 14 de junho de 1981 uma reunião para a decisão quanto à compra. A reunião aconteceu ás 10 horas, debaixo de uma árvore, próximo á estrada que corta a propriedade, e onde havia uma pequena casa. Ali a comissão composta pelo Pr. Luis Fuckner, presidente da ABC, Pr. Alci Oliveira, tesoureiro da ABC, Pr. Célio Feitosa, do departamento de Educação da ABC, Pr. Darci Borba, presidente da União Sul Brasileira (USB), Pr. Adolfo Reis, tesoureiro da USB, Pr. João Wolff, presidente da DSA, Pr. Mário Veloso, secretário da DSA, Pr. Nevil Gorski, diretor de educação da DAS e prof. Jose Borges, diretor do Centro Educacional de Anápolis, votaram a compra da Fazenda Quilombo Capivari para a implantação do Instituto Adventista Brasil Central (IABC).

A compra da propriedade foi consolidada no dia 23 de junho de 1981, em Abadiânia, com a assinatura e registro da escritura. Em seguida teve início os planos para a execução do projeto do tão sonhado internato da ABC.

No dia 1º de julho do mesmo ano, acontecia no Centro Educacional de Anápolis a primeira reunião para a elaboração dos projetos arquitetônicos, financeiros e administrativos. Participaram desta reunião, Pr. Luiz Fuckner, Pr. Haroldo Seidil e esposa (da ADRA internacional), Dr. Valdemar Wenzel (engenheiros responsáveis pelos projetos técnicos) e o prof. José Borges, diretor do CEAA – Centro Educacional Adventista de Anápolis, que posteriormente tornou-se o primeiro diretor do IABC.

Nesta oportunidade, foram dados os primeiros passos para a montagem do processo solicitando uma verba da EZE (Central Evangélica de Ajuda ao Desenvolvimento). Foi elaborada uma carta consulta e posteriormente o complexo processo com mais de 20 kg de papéis, solicitando o apoio de 50% do valor do projeto. Paralelamente, foi montado outro processo solicitando do F.S.A. (Fundo de apoio ao desenvolvimento social – órgão do MEC) um empréstimo especial, correspondente aos 50% restante. A verba da EZE foi uma doação. Muito tempo, energia e orações foram gastos durante a montagem dos pedidos e durante a transmissão dos mesmos.

Em 22 de novembro de 1981, mesmo antes da confirmação da ajuda da EZE e da FAZ a administração do campo reunia a igreja no centro daquela fazenda, numa linda festa para o lançamento da pedra fundamental. Na foto abaixo aparece o momento quando o livro Educação de Ellen G. White, é depositado na urna da pedra fundamental.

Em 22 de dezembro de 1981, foi nomeado o primeiro diretor do IABC, que teria a responsabilidade inicial de montar e acompanhar os projetos para a EZE e o FAS, agilizar a documentação da fazenda, e implantar os serviços das redes de energia e de água.

Em 16 de março 1982, um representante da EZE esteve no local para analisar o projeto e as possibilidades de aprovação da verba. Tudo dependia do relatório dele para a EZE. A USB registrou no dia 18 de agosto de 1982, o voto número 233/82, confirmando o pedido e assumindo as responsabilidades.

No dia 02 de julho de 1982m a ABC nomeou o primeiro conselho deliberativo do IABC, e a sua primeira reunião aconteceu na sede da ABC, ás 9 horas do dia 28 de setembro de 1982. Em alguns momentos, o Pr. Fuckner e o Pr. Borges pensaram que teriam que pedir desculpas aos irmãos, e dizer-lhes que tudo não havia passado de um sonho, mas graças a Deus e o empenho de muitas pessoas, tudo deu certo. Foi um milagre.

No dia 22 de outubro de 1982, foi comprado em Maringá – PR, da caldeiraria Brasil, localizada na Av. Mauá, nº 1248, uma caixa d’água com capacidade para 100.000 litros no valor de 800.000, que chegou ao IABC no dia 20 de outubro de 1982, como se vê na foto abaixo:

O período de nervosismo pela espera da resposta da EZE terminou no dia 11 de janeiro de 1983, quando a carta com a resposta positiva chegou. No dia 20 do mesmo mês, foi assinado o contrato entre a EZE e a União. O valor da doação foi de 1.200.000 Marcos Alemão, que na ocasião correspondia a CR$357.036.000,00. A apreensão continuou, pois para receber os recursos da EZE, tinha-se que comprovar os recursos próprios, ou á contrapartida que seria o empréstimo do FAZ que fosse 35.688,016 ORTN e correspondia a CR$210.470.560,00. Mas no dia 18 de agosto de 1983, ás 11 horas, ma sede da caixa econômica Federal, em Goiânia, foi assinado o contrato com o FAZ/CEF e a União. Representando a Caixa, assinou o Dr. José Airton e pela União, o Pr. Lauro Grelman, com o tesoureiro da mesma. Antes da liberação das primeiras parcelas da EZE e do FAZ partimos para o início da obra.

No dia 25 de abril de 1983, o diretor foi para o local com uma equipe composta por um mestre de obras, o Sr. Raimundo Dias, dois pedreiros (Wilmar e Olegário), o Sr. Julian Garza, que chegou antes para cuidar da fazenda. A primeira tarefa desta equipe foi à locação de alguns prédios, especialmente o edifício do refeitório (1º), e outros serviços de preparo para a cerimônia de início oficial das construções no dia 26 de abril de 1983.

No dia 12 de maio de 1983, o engenheiro contratado para dar assistência técnica ao projeto, Dr. João Sávio Corregozinho, um mestre de obras, Sr.Carlos Szabo, Sr. Julian Garza, encarregado da fazenda e manutenção da fazenda e manutenção, os carpinteiros Elci e Salim, e os ajudantes Wilian, Paulo, João Batista, Edmilson e Moacir.

Os primeiros caminhões de materiais chegaram ao local no dia 24 de maio de 1983. O valor da folha de pagamento das duas primeiras semanas de trabalho foi de CR$ 70.760,00 cada, fora os salários do diretor, do engenheiro e do mestre de obras.

No dia 13 de maio de 1983, a associação decidiu que a Srta. Nilce F. Santos seria transferida da ABC para ser a secretária do IABC, no escritório instalado em Anápolis e a sua mudança chegou no dia 26 de maio de 1983.

O escritório de onde todos os trabalhos eram dirigidos começou a funcionar no dia 27 de maio de 1983, e estava localizado á Av. Goiás, nº 642, sala 102 no centro de Anápolis.

No dia 06 de setembro de 1983 com o recebimento destas primeiras parcelas, foi possível concluir a rede elétrica, rede de água, e a instalação da caixa d’água no dia 10 de janeiro de 1984.

A primeira cozinheira foi a Sra. Doracina, e depois a Sra. Débora Martins. As obras foram se desenvolvendo e a história do IABC foi se tornando conhecida.

No dia 04 de junho de 1984, uma grande concentração de irmãos e amigos esteve no local, já utilizando as instalações inacabadas do refeitório. Nesta concentração, destaca-se a significativa participação do então presidente da Associação Geral da igreja Adventista, Pr. Neal C. Wilson, e a sua esposa. O Pr. Neal Wilson ficou encantado com o local, o clima, a visão panorâmica, e os projetos.

O prof. Osvaldo Toledo, que era professor no Centro Educacional de Anápolis, foi convidado para apoiar o diretor da administração do projeto.

No período de construção, foi comprado um caminhão e depois uma Kombi. Outros profissionais da construção, que participaram da primeira equipe da edificação do IABC foram: Elci Carlos, chefe dos carpinteiros, e o Sr. Danile Martins, encarregado dos pedreiros, e posteriormente, encarregado geral.

Em novembro de 1984, a primeira equipe para as atividades educacionais (professores e funcionários) que foi assim formada: José Borges dos Santos, diretor – Waldomiro Passos, tesoureiro – Gercina Borges, secretária – Osvaldo Toledo, preceptor – Neila Gomes, preceptora – Amir Rodovalho, contador – Nilce F. Santos, caixa e departamento de pessoal – Antonio Freitas, comprador – Elzi Freitas, chefe da cozinha – Aparecida Bonfim, chefe da lavanderia – Benedito Batista, chefe da marcenaria – Julian Garza, agricultura e manutenção – Daniel Martins, mestre de obras.

Corpo docente:

1)    Osvaldo Toledo, Ciências e matérias pedagógicas;

2)    Daniel Fiúza, Estudos Sociais e Ensino Religioso;

3)    Ester Fiúza, Português e Inglês;

4)    Silas Kanada, Matemática, Química e Física;

5)    Geni Toledo, Português da 5º e 6º séries e 3º e 4º séries;

6)    Rute Rodovalho, Pré, 1º 2º séries.

 

No 2º semestre e o prof.º Osvaldo Toledo deixou a preceptoria, para dedicar-se exclusivamente ás aulas. O prof.º Carlos Mágno assumiu a preceptoria.

Ainda no 2º semestre de 1985, a equipe foi reforçada com o prof.º Enoch Silva e sua esposa, prof.º Arlet. Ele assumiu a direção interna e as aulas de Educação Física. Ela assumiu a preceptoria, em substituição a prof.º Neila Gomes, que saiu por motivo de casamento.

Também no 2º semestre de 1985, o prof.º Carlos Mágno deixou a preceptoria, e no seu lugar, assumiu o prof.º José Alves.

O primeiro aluno a chegar ao IABC foi o jovem Wilson Tavares, que veio para trabalhar na construção e assegurar uma vaga como aluno bolsista pelo trabalho. Nas mesmas condições chegaram vários outros.

No dia 05 de janeiro de 1984, o José Alves (Zezinho), dia 25 de novembro de 1984 o Elias de Rondônia, dia 08 de janeiro de 1985 Marcos de Santa Catarina, 10 de janeiro de 1985 Gislaine e Eldete de Rio Verde, GO, e Idalmo do Gama, DF. Cristiane Chaves, de Anápolis, e Genivaldo da Creche Mãe Preta, em Brasília, chegaram no dia 14 de janeiro de 1985.

No dia 15 de janeiro de 1985 foi à vez da aluna Valdenice, de Uruaçu. Francisca e Vera chegaram no dia 16 de janeiro de 1985. Julinda de Formosa chegou no dia 23. E no dia 24, Edvaldo no dia 10 de maio de 1985. Posteriormente chegaram outros alunos bolsistas, e a partir do dia 28 de fevereiro de 1985, os alunos regulares, para o início das aulas (do ano letivo), no dia 04 de março de 1985. Entre os presentes estavam os deputados Idelfonso Avelar (estadual), e Ademar Santillo (federal), que na ocasião era o secretário estadual da educação, e que proferiu a aula inaugural. Esteve presente também a então delegada de ensino de Anápolis, professora Maria Angelina.

A primeira e inesquecível semana de oração do IABC foi realizada pelo Pr. Henrique Berg. A semana foi uma grande benção para todos, naquele início difícil. Naquele final de semana, o batismo de 8 alunos, e uma memorável Santa Ceia. A segunda semana de oração foi feita pelo Pr. Cláudio Belz.

O primeiro ano letivo foi terminado com cerca de 100 alunos internos e uns 20 externos. Outro problema sério no 1º ano foi à comunicação. A rodovia que liga o colégio á Anápolis, BR. 414, estava sendo preparada para o asfaltamento e era difícil trafegar na mesma devido ao pó, ou o barro (atoleiros). O sistema telefônico era via rádio.

Em outubro de 1985, o professor Enoch Silva, que era o diretor interno, foi nomeado diretor geral. No dia 8 de dezembro de 1985, ás 10 horas, com a presença de vários representantes da ABC, USB, DSA, prefeito municipal, representantes do governo estadual, pais, alunos e amigos, as instalações do IABC foram inauguradas oficialmente.

 

Diretores:

1.    Pr. José Borges dos Santos (1982 a 1985)

2.    Prof.º Enoch Silva (outubro de 1985 a 1989)

3.    Pr. José Borges dos Santos (1990 a 1993)

4.    Pr. José Roberto Reis (1994 a junho de 1996)

5.    Prof.º Willer C. Prego (segundo semestre de 1996)

6.    Prof.º Héber de Oliveira (1997 a 1998)

7.    Pr. Rui Manuel Mendonça Lopes (1999 a 2001)

8.    Pr. Osni Sales de Oliveira (2002 até 2006)

9.    Prof. José Aparecido (2006 até 2009)

10.  Pr. Wesley Zukowski (2009 - 2016)

11.  Pr. Samuel Bruno (2016 - Atual)

 

Tesoureiros:

1.    Valdomiro Passos

2.    Jaire de Oliveira

3.    Rubenildo Bezerra

4.    Prof.º Antonio Fávero

5.    Elias Prates dos Reis

6.    José Osmar Alberto

7.    Eli Holen Dias

8.    Luiz Carlos Fernandes

9.    Jefferson Fontana

10. Régis Reis

11. Valcirio Alves Filho

12. Abraão da Cruz Vicente

13. Rogério José de Sousa 

14. Delber Fagundes dos Santos (atual)

 

Diretores Internos:

1.    Enoch Silva

2.    Willer Cavalcante Prego

3.    Oswaldo José Toledo

4.    Ronaldo Bertazzo

5.    Pedro Rosa

6.    Lins Alves de Miranda

7.    Wellington Romayholi

8.    Walter Fonseca

9.    Wilson de Tarso Ferreira

10. Levi Gabriel Ferreira

11. Neri Ferreira de Oliveira

12. Adailson Correa

13. Geraldo Beulke Júnior    

14. Cleberson Henrique Mateus

15. Simei Paulino Martins dos Santos (atual)

 

 

                E assim continuamos a história do IABC. Um Colégio forte,com uma equipe comprometida.

Além de oferecer Educação Básica de qualidade em todos os níveis desde a Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio, atualmente o Colégio oferece acompanhamento psicológico, acompanhamento pedagógico, serviços odontológicos, testes vocacionais, simulados bimestrais, escola de artes, com artes cênicas e corais, banda e orquestra, canto e teoria musical. Também complexo esportivo com piscinas aquecidas,sauna,hidromassagem e ginásio poliesportivo,além de inúmeras outras atividades culturais e espirituais.

 

 

 Histórico da Educação Adventista

 

O conhecimento da história da educação possibilita a compreensão dos propósitos da Igreja Adventista do Sétimo Dia em manter uma rede educacional. Portanto, ao iniciar este documento, ressaltamos a origem da Educação Adventista no mundo e no Brasil, bem como sua trajetória.

A Rede Educacional Adventista, instituída pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, teve sua origem num grupo de estudiosos da Bíblia. Estes, ao compreenderem a verdade bíblica sobre o segundo advento de Cristo a esta Terra, organizaram-se como igreja em 1863.

Com o propósito de oportunizar aos seus filhos o preparo acadêmico em conformidade com os princípios cristãos, este grupo decidiu estabelecer escolas que, no decorrer dos anos, expandiu sua clientela a todos aqueles que simpatizavam com sua filosofia e seus métodos.

No dia 3 de junho de 1872, a Educação Adventista teve seu início com a abertura da Battle Creek School, Michigan, que se destinava a atender os níveis elementares e secundários.

No Brasil, em 1896, começou a funcionar em Curitiba - PR, o Colégio Internacional, sob a direção de Guilherme Stein Jr. Em 1897, Stein Jr. fundou uma nova escola em Gaspar Alto - SC. A partir daí, o trabalho educacional cresceu e muitas escolas foram agregadas a essa, formando a rede de Escolas Adventistas.

A Organização Adventista está presente em 204 países, atuando nas áreas de Saúde, Assistência Social, Religiosa e Educacional, com milhares de Instituições e pessoas envolvidas no sentido único de promover melhoria nas condições de vida e cidadania humana através do desenvolvimento das potencialidades do indivíduo nos aspectos físico, mental, social e espiritual.

No Brasil há mais de um século a Escola Adventista contempla todos os estados, com 318 unidades e 144.889 alunos. Além dessas unidades, a organização mantém 12 Colégios em regime de internato com Educação Básica e Superior e um Centro Universitário em São Paulo,com 3.394 alunos.

O Instituto Adventista Brasil Central é parte de uma rede mundial de escolas que hoje abrange 145 países, com ensino desde a Educação Infantil até a Livre Docência, totalizando mais de 1.479.136 alunos.

 

 

Comentários (15)add comment

idacleia said:

eu estudei no IABC em 87, foi muito bom e guardo comigo momentos inesquecíveis e pessoas maravilhosas que conheci, como o socozinho,Micheline,Lucio,Paulo william,Odetino,Handerson,Roseli,Normam,Aleixo,e muitos outros que não recordo o nome mais que estarão para sempre nas minhas lembranças,pessoas especiais como o Tio Danilo,prof. Prego que muitos vezes puxou minha orelha,a Alvira que ganhou de presente algumas gramas de ouro mais que como troca me deu castigo kkk,muito bom foi viver no IABC.saudades
 
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16 de dezembro de 2014
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Antonio Jairo Araújo (Costelinha) said:

Estudei no IABC de 1987 a 1990. Foram anos muito felizes, onde conheci de verdade meu melhor amigo, Jesus! Não consigo esquecer meus grandes amigos, dos quais o tempo e a distância me afastaram. Não esqueço igualmente o por do sol às sextas-feiras, quando entregava "marca páginas" e cartões para a namorada e para os amigos, as semanas de oração, os cultos do cerrado, as tardes esportivas, as serenatas no dormitório feminino, as festas da amizade, as olimpíadas, os castigos, o preceptor "prepa" José Alves, o implacável professor Prego, o professor Osvaldo Toledo (para quem não existia "meio certo"), o futebol jogado no campo feito "no braço" pelos alunos onde atualmente está construído o ginásio, o vale que se precipita depois da horta, o luar na imensidão do serrado, do frio que castigava os que, como eu, vinham do quente Pará, da Vila de Planalmira. Como não lembrar do Socozão, do Socozinho, do Rizadinha, do Catatau, do Xinguara, do Hudson, da Micheline, da Jakc, da Bia, da Eni, da Diran, do Miltom Godoy, da Rute Petrenko, de tantos e tantos outros?. Amava tanto o IABC que parti chorando naquela manhã de dezembro de 1990 por saber que, terminado o 3º ano, não mais retornaria. Impossível esquecer!!! Jairo "Costela" Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. '> Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
 
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15 de outubro de 2013
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jurandir verneque dias said:

Fui aluno desta grandiosa Instituição de Ensino de 1989 a 1993. Gostei muito de ter vivido este período no IABC. grandes amizades e eternas lembranças.(culto do Cerrado, Festa da Amizade, Olímpiadas e muitas programações jovens). hoje sou um Renomado Advogado graças ao ensino e educação que tive no IABC.
 
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03 de outubro de 2013
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dirceu wolff said:

trabalhei no IABC por dez anos. ali recebi a oprtunidade de estudar, cheguei com sátima série e hoje sou psicopedagogo, minhas filhas cris, dany e jully estudaram no colégio e fizeram muitas amizades. tive o privilégio de ser diretor JA E DESBRAVADORES POR VÁRIOS ANOS,"DEBAIXO DE CHUVA, DEBAIXO DE TROVÃO"...
SOU GRATO A DEUS POR NOSSO IABC.
 
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18 de maio de 2013
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Deuselene said:

Estudei no iabc em 94,,mas infelizmente nao aproveitei a oportunidade que meus pais me deram.fiz coisa errada e fui expulsa.me arependir muito.mas o pouco tempo que fikei aprendir muito.nas ferias que tirei esses dias encontrei uma velha amiga que estudou la.depois de 19 anos encontrei ela,e foi muito bom.o none dela é ueslana palmerston.e atraves dela encontrei mas duas pelo face.
Queria voltar no tempo e fazer tudo diferente.
O iabc é otimo
 
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18 de fevereiro de 2013
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anne keli feldkircher gonzaga said:

estudei no IABC 1986 e 1987, a primeira turma de Magistério, e só tenho a agradecer os ensinamentos que recebi, as boas amizades, recomendo D este colégio!!!!! smilies/wink.gif faltou na lista de professores e diretores a nossa preceptora, Alvira Appel, grande figura!!!!!
 
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20 de julho de 2012 | url
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luiz henrique schenfeld said:

pareabens pelo histórico,porem vale lembrar que o primeiro e verdadeiro ano como internato de verdade foi o de 1986 pois em 1985 ainda tinha pedreiros e alunos no mesmo ambiente e refeitorio,creio que nós que chegamos em 1986 deveriamos estar neste histórico pois foi o primeiro e mais dificil ano como internato de verdade com pouca estrutura.exsmilies/shocked.gif primeiro culto do serrado foi em 1986 não me lembro a data só lembro que fizemos a limpeza do local durante a semana para iniciar no sabado de madrugada,como vc ve em 1986 ainda estava em faze de inicialização.

att - luiz henrique schenfeld / cursei a sexta série em 1986 no iabc interno regular.
 
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06 de maio de 2012
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Rosianne de Melo Oliveira said:

Estudei no IABC em 1994 ou 93. Sempre me lembro com muitas saudades, foi maravilhoso, principalmente "Os Cavernosos". Que Deus continue abençoando este lugar.
 
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04 de maio de 2012
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Silvio Coutinho said:

A/C Pr. Wesley Zukowski
Pastor Wesley eu vi seu video irterpretanto este hino Vivifica Tua Igreja e foi maravilhoso, sou aluno de violino em curitiba e gostaria de receber a partitura , se possivel, obrigado, Deus o abençoe
 
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05 de outubro de 2011
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carlos felipe ( famoso arrastão) said:

Estudei nesta instituição de 1993 à 96, aprontei muito mas aprendi muito tambem,
hoje sou um homem grças aos ensinamentos dos professores e diretores.
estou casado tenho um lindo filho de 5 anos e uma familha linda, faço esforço
p continuar na igreja mas a graça de Deus estar comigo e eu sei q c/ Ele tudo posso.




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12 de maio de 2011
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Deuzeli Marques Pereira Pinheiro said:

Estudei no colegio, e foi tudo de bom, ai descubri minha habilidade profissional e hoje sou muito realizada. Gostaria de oportunizar a experiencia educacional que tive a minha filha que hoje tem 11 anos. Quem sabe?
 
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22 de março de 2011
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Lins alves de Miranda said:

amigo parabens pelo levantamento historico do IABC, temos um carinho especial por este colegio , sei que ainda tem grandes desafios, que Deus continue abençoando esta instituição Pr. Lins ,
 
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22 de janeiro de 2011
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Edmilson said:

Temos que reencontrar os dinossauros da primeira turma!
Tempo bom em que o cerrado produziu ótimos frutos!
Saudades
 
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23 de novembro de 2010
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Gabriela Albuquerque said:

Eu fiz parte da primeira turma de alunos e formandos do IABC. Em 1985, quando o internato abriu, o colégio era composto, basicamente, por 4 prédios brancos, que eram o dormitório feminino, o refeitório (metade desse espaço era a igreja), o dormitório masculino e o prédio central! Parecia um deserto vermelho, com 4 pontos brancos... Que desolação! O que valeu foram as amizades que ali fiz. Alguns amigos, perdi no tempo e na distância, mas uma parte deles ainda hoje faz parte da minha vida. Por isso, e apenas por isso, agradeçao ao IABC! smilies/grin.gif
Gaby
 
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23 de novembro de 2010
Votos: +4

PAo de queijo said:

e Wilson pra sair desse colegio vai ser dificil!!!!!!!! smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif smilies/grin.gif
 
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04 de setembro de 2010
Votos: +5


busy